Japão e Turquia registraram picos de engajamento no Instagram acima de suas médias históricas. O Japão, 42º colocado no Índice Brasil de Impacto Digital (iBR), e a Turquia, 36ª, tiveram desempenho expressivo. Segundo dados divulgados no perfil oficial da seleção brasileira na rede social, o Japão teve um pico 15,6 vezes maior que sua média. A Turquia atingiu 3,8 vezes, alcançando a 6ª posição global em curtidas no período analisado.
A publicação original foi feita no Instagram oficial da seleção brasileira, que compartilhou um infográfico do Índice Brasil de Impacto Digital (iBR) destacando as anomalias de engajamento. O iBR mede a presença e o engajamento digital das seleções na Copa do Mundo de 2026. Ele atribui pontos com base em curtidas, comentários e compartilhamentos no Instagram.
Por que Japão e Turquia se destacaram no iBR?
O Japão, integrante da Asian Football Confederation (AFC) e presente em todas as Copas desde 1998, tem uma torcida organizada. Sua posição estrutural no iBR é modesta (42º). O pico de 15,6 vezes indica uma mobilização pontual, possivelmente ligada a convocações ou eventos específicos. Já a Turquia, da Union of European Football Associations (UEFA), alcançou o terceiro lugar na Copa de 2002, mas não se classificou para as últimas quatro edições. O país passa por um processo de reconstrução. Seu pico de 3,8 vezes a levou ao top 6 global, indicando que a torcida turca ainda responde a estímulos como partidas de qualificação ou anúncios de jogadores.
O que esses números significam para a Copa de 2026?
Os casos do Japão e da Turquia mostram como seleções fora da elite do iBR podem gerar mobilizações capazes de superar seleções como Brasil, Argentina e França. No caso japonês, o multiplicador de 15,6 vezes é um dos mais altos já registrados entre seleções asiáticas. Para a Turquia, o resultado é relevante considerando sua ausência recente em Copas. Esses picos indicam fatores que aumentam o engajamento:
- Convocações de jogadores populares ou de ligas europeias;
- Campanhas virais nas redes sociais;
- Partidas decisivas de eliminatórias;
- Anúncios de uniformes ou patrocinadores.
Enquanto o Brasil lidera o iBR, a capacidade do Japão e da Turquia de superar suas posições mostra que o engajamento digital não segue apenas o ranking técnico.
Os dados indicam a importância de monitorar não apenas as seleções tradicionais, mas também aquelas com potencial de viralização. Para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, Canadá e México, a presença de torcidas digitais ativas pode influenciar a visibilidade das seleções e o interesse de patrocinadores.
Sobre o iBR Copa 2026
O Índice Brasil de Impacto Digital (iBR) mede o impacto digital das seleções na Copa do Mundo de 2026.